segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Programa Eleitoral de Weslian Roriz dia 17 de Outubro

URGENTE!!!

URGENTE! POR CAUSA DA FORTE CHUVA, FOI SUSPENSA A CARREATA QUE D. WESLIAN  FARIA HOJE À TARDE EM SAMAMBAIA. NOVA DATA SERÁ MARCADA.
 

Samambaia recebe a carreata de Weslian Roriz (PSC) hoje à tarde e moradores da cidade preparam grande festa azul para receber a candidata rorizista.

Weslian Roriz, candidata ao GDF, faz carreata em Samambaia nesta segunda

A candidata ao Governo do Distrito Federal (GDF), Weslian Roriz (PSC), reserva toda a manhã desta segunda-feira (18/10) para gravação do programa eleitoral, no Park Way.

Na agenda da candidata, apenas um compromisso está previsto para a tarde. Às 16h ela vai até Samambaia para participar de uma carreata. A concentração será no estacionamento da feira da cidade. Weslian estará acompanhada do vice da chapa, Jofran Frejat.

Correio Web

Carreata da vitória na Ceilândia

Na reta final da disputa pelo Palácio do Buriti, a candidata da Coligação Esperança Renovada, Weslian Roriz (PSC 20), dedicou a tarde deste domingo aos moradores do Condomínio Privê, na Ceilândia. Desfilando em carro aberto, Dona Weslian comandou mais uma grande carreata ao lado de correligionários e da fiel militância azul.

A carreata começou às 18 horas e foi ganhando corpo no decorrer do trajeto, reunindo quase 100 carros. O comboio percorreu as  ruas do condomínio atraindo a atenção de centenas de moradores, que deixaram suas casas para acompanhar a Carreata da Vitória.

As calçadas foram tomadas por eleitores que vibravam com o buzinaço e o bandeiraço promovido durante a passagem da carreata pelos principais pontos da pequena localidade de 20 mil habitantes, criada em 2006 pelo então governador Joaquim Roriz.

Eleitores como Célio de Araújo Lima, um antigo morador que não esconde sua confiança num eventual governo de Dona Weslian. “Depois do governo Roriz, nada mais foi feito na região, ou seja, foram quatro anos perdidos. Será que a comunidade quer correr esse risco novamente?, indagou. “Se a resposta for não, é só votar na Dona Weslian”, concluiu.

O condomínio ainda sofre com a carência de infraestrutura, já que as promessas de campanha feitas pelo governo Arruda não saíram do papel. A exemplo dos condomínios Pôr do Sol e Sol Nascente, o local também aguarda a sonhada regularização, um compromisso de campanha que  será concretizado no governo de Weslian Roriz, junto com melhorias nos setores de educação e de transportes.

As demais benfeitorias serão definidas pela própria comunidade. Acompanhada do vice Jofran Frejat e da filha e deputada federal eleita Jaqueline Roriz, a candidata assumiu o compromisso de retornar ao Condomínio Privê como governadora eleita para ouvir e atender às reivindicações dos moradores que sempre receberam a família Roriz com demonstrações de apoio e de carinho.
 

domingo, 17 de outubro de 2010

Brazlândia se entusiasma com D. Weslian

A tarde deste sábado (16) foi de festa para a população da Vila São José, em Brazlândia, onde a candidata ao Palácio do Buriti, Weslian Roriz (PSC 20), fez uma carreata com a participação de aproximadamente 100 carros. O percurso foi extenso e percorreu todas as ruas da vila. A vibração da população era constante quando os moradores avistavam dona Weslian ao lado do marido, o ex-governador Joaquim Roriz (PSC), o vice Jofran Frejat (PR) e a ex-governadora Maria de Lourdes Abadia (PSDB), sobre um trio elétrico.

Durante uma hora e 40 minutos o Casal 20 acenou para a população que saía à porta de suas casas para ver de perto seus candidatos e transmitir apoio seja com uma bandeira, uma fita azul, ou apenas um tchau e um sorriso. Foi nesse clima que a carreata alegrou a cidade, e a chuva fina que caiu durante o trajeto não desmotivou os participantes que estavam em bicicletas,de motocicletas ou em cima dos trios elétricos. Os fogos de artifício, e o ritmo das músicas também teve papel importante para quem acompanhava o comboio, pois o ritmo contagiante fazia com que os participantes que caminhavam dançassem, da mesma forma que aqueles que chegavam à porta de suas casas para ver a candidata.

O entusiamo era grande e a microempresária Suzana Makyama, 37 anos, moradora de Brazlândia definiu bem a atual situação política do Distrito Federal. “O povo não quer mudança? Então, a mudança veio e virá com dona Weslian governadora, porque ela é Roriz, mas ela tem seu jeito próprio de ser e de administrar. Ela é a mudança que o povo precisa”, afirmou a moradora.

Questionada sobre as atividades nesta campanha do segundo turno, dona Weslian disse que quer ir em todos os rincões do DF. “Isso está dentro do meu coração”, explicou Weslian, lembrando que fica feliz de estar ao lado do povo e de ouvir palavras de apoio ou até solicitações que poderá atender como governadora.

A dona de casa Maria da Luz Figueira, 61 anos, moradora de Brazlândia disse: "Deus e Nossa Senhora escolheram dona Weslian. Ela vai ser uma boa governadora porque e uma mulher sábia, de fé e honesta. É isso que precisamos no Distrito Federal”, afirmou a dona de casa, que acompanhou toda a carreata pela cidade.

Petista declara apoio a Serra: O brilhante intelectual e jurista Hélio Bicudo, fundador do PT, declara apoio a José Serra e diz que o Brasil precisa de alternância de poder.

Fundador do PT, Hélio Bicudo declara apoio a José Serra

O jurista disse que apoia o tucano por "falta de opção" e diz democracia brasileira precisa de "alternância de poder"

iG São Paulo

Depois de apoiar Marina Silva no primeiro turno, um dos fundadores do PT e vice de gestão de Marta Suplicy (PT) na prefeitura de São Paulo (2001-2004), o jurista Hélio Bicudo declarou nesta semana voto José Serra.
Na declaração registrada pela campanha de Serra no Youtube, Bicudo diz que foi levado à apoiar o tucano por “falta de escolha”. Segundo o jurista, o "continuísmo do PT no poder não é democrático" e a "alternância de poder é uma característica da democracia”.

O jurista Hélio Bicudo, fundador do PT, diz que apoia Serra no 2° turno por "falta de opção" e desejo de "alternância do poder"

"Se nós deixarmos que a candidata Dilma vença, essas eleições, nós vamos ter aqui no Brasil um sistema mexicano", afirmou Bicudo, que no início de setembro liderou um "Manifesto em Defesa da Democracia” em que criticava os ataques do presidente Lula à imprensa brasileira.

Apesar do manifesto ser sido apresentado como algo “apartidário”, no lançamento do documento na Faculdade de Direito do Largo São Francisco poucos presentes não eram vinculados de alguma forma ao governo do PSDB em São Paulo ou ao DEM na prefeitura da capital.

Bacharel em Direito desde 1947, Bicudo é um dos principais líderes da luta por Direitos Humanos no País. Ele criou e preside a Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos (FidDH) desde 2003. A entidade que atua junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos denunciando e acompanhado casos de desrespeito aos Direitos Humanos no Brasil.

Fundador do PT, o jurista se desfiliou do partido em 2005 por supostas desavenças sobre nomeação de cargos diplomáticos pelo presidente Lula.

Portal iG

Em entrevista ao corrompido Jornal de Brasília, Jofran Frejat (PR), vice de Weslian Roriz (PSC) fala da responsabilidade que assumirá no controle e na reestruturação da saúde pública do DF no governo rorizista.

Entrevista Jofran Frejat
em 17/10/2010 às 8:15

Do Jornal de Brasília: Candidato a vice-governador da coligação Esperança Renovada, Jofran Frejat (PR) está convicto de qual será a sua missão caso a chapa saia vitoriosa nas eleições do próximo dia 31: o comando da área de saúde do DF. Médico-cirurgião, Frejat considera-se com credenciais de sobra para convencer a sociedade de que dará conta de sanar o caos que se verifica nessa área. Por essas razões, fala com desenvoltura e eloquência sobre temas como postos de saúde, policlínicas e valorização dos profissionais da área médica.

Nesta entrevista, Frejat detalha os bastidores da decisão que levou Weslian Roriz (PSC) a tornar-se a cabeça de chapa, em lugar do marido e critica os detratores do rorizismo, classificados por ele como uma elite que nunca aceitou o fato de o ex-governador ser um fazendeiro do interior de Goiás. O vice de Weslian também fez comentários sobre a polêmica da descriminalização do aborto, que já estava sendo explorada na disputa presidencial e que também respingou no DF.

“Estão tentando fazer com que o aborto se torne um método de controle da natalidade, mas se esquecem que essa é uma prática cruenta. Se passa a vigorar, vira bagunça”, comentou.

Como se deu a decisão de Weslian Roriz se tornar a candidata a governador da coligação Esperança Renovada, pois a impressão é de que o senhor se tornaria o candidato para encabeçar a chapa, com a renúncia de Joaquim Roriz?

O Roriz foi colocado numa situação difícil. Fizeram ele sangrar o tempo todo. No meu entendimento, o Supremo se omitiu e não existe uma força terrena acima do Supremo, mas nesse caso os ministros não cumpriram, naquela noite, com o seu papel. Daquela indefinição, ficou a impressão ao governador Roriz, madrugada afora, que a ficha tinha caído. Ele pensou: não vão me deixar ser candidato. A dona Weslian retrucou afirmando: Você vai ser candidato sim. Se você não for, eu vou ser. Aí recebi uma ligação às 6h da manhã. O Roriz chegou a brincar, você está acordado a essa hora? Eu respondi que sou cirurgião, cirurgião acorda cedo. Foi quando o governador me disse: eu conversei com a Weslian, ela me propôs isso. Você topa essa parada?

Como foi resolvida a situação de quem seria o vice?

A gente acertou que seguiríamos o rumo. A idéia era de a dona Weslian ser a candidata a vice. Mas eu sugeri que por causa da sensibilidade social que ela tem e por ser uma mulher muito dinâmica, era melhor eu continuar como candidato a vice. Era melhor que eu continuasse dando respaldo administrativo: fui secretário de saúde, quatro vezes deputado federal, ministro interino da Previdência, enfim, tudo isso me dá essa bagagem e a dona Weslian assumiria a condição de candidata a governadora. Nisso o Roriz disse: espera aí um pouco. Depois de algum tempo ele me telefonou e respondeu: a Weslian topou. Vamos trabalhar em cima disso. Depois ele chamou uma reunião de família e comunicou a todos os membros. Alguns choraram muito. Eu disse claramente: ela é uma mulher de coragem com condições de ir à linha de frente.

O grupo político da coligação aceitou tranquilamente a dona Weslian?

Houve alguns que disseram que talvez fosse melhor que eu fosse o candidato a governador. Mas sem nenhum embasamento. Acho que não teve peso e não foram convincentes. O fato é que mostrei que a dona Weslian é uma mulher de força.

O senhor, particularmente, está de fato seguro de que foi a decisão correta? Foi a melhor saída para buscar o voto dos eleitores?

O que a gente vê é o seguinte. Houve uma tentativa de diminuir o potencial dela, até porque ela foi a um primeiro debate e não foi tão feliz, o que já era esperado. Mas com o tempo isso muda. Veja os discursos dela agora. Ela já deslanchou. Está dizendo o que sente e isso é fundamental, não tem mentira. Queremos fazer um governo voltado para as pessoas simples. Essa é a nossa escolha, nos voltar para quem precisa de governo.

O seu partido, o PR, está coligado nacionalmente com o PT, de Dilma Rousseff. Não é uma contradição, o senhor compor a chapa de Roriz, que disputa com o petista Agnelo? Como foi essa aliança?

Quando tomamos essa decisão não foi de forma repentina. A razão pela qual fui convidado era porque a saúde se tornou a maior preocupação de Brasília. O convite tinha esse sentido, portanto, de resgatar o que a gente criou. É duro ver o quadro atual. Você sente como se fosse a sua própria carne.

Quando começaram essas conversas o PR já tinha se definido pela Dilma Roussef?

A direção nacional já estava rumando para o PT. Mas, apesar disso, sinalizou que eu podia aceitar e que não haveria nenhum problema. Disseram que já que era por esse objetivo de resgatar a saúde, eles concordavam.

O senhor será o secretário de Saúde de Weslian Roriz, caso ela seja eleita?

Eu tenho dito de modo geral que não é preciso que eu seja o secretário de Saúde, mas que tenha comando, porque, como eu criei a rede, sei onde estão os gargalos. Já fui secretário de Saúde e ministro da Previdência, que tem o terceiro maior orçamento do País. Portanto, nessa questão social, temos um conhecimento muito grande. O que também me incomoda é o fato de o governo Lula ter acabado com a aposentadoria integral. Nós precisamos resolver essa questão, pois a situação do aposentado no País é um escárnio. Embora estejam se movimentando, estão sempre apanhando. Pega o interior do Brasil, para ver quem movimenta a economia. São as aposentadorias.

De qualquer modo, o senhor é percebido como o homem da Saúde na chapa?

Eu criei a Faculdade de Medicina (a Escola Superior de Ciências da Saúde - ESCS). Tive a coragem. Esta aí entre as melhores do País. O que a gente pretende agora é fazer a universidade do Distrito Federal. Não se iluda, quando fizemos a faculdade, teve muita gente que foi contra alegando que Brasília ainda não tinha 100% de ensino fundamental. Se fosse pensar dessa forma, nenhum dos estados do país poderia ter faculdade.

A ESCS é considerada de excelência, mas por outro lado questiona-se que deslocar médicos para se tornarem professores desfalca a rede pública de saúde.

Não é fato. Primeiro que os médicos envolvidos que são contratados por 40 horas dedicam metade da carga, ou seja, 20 horas no ensino. Agora, como você vai abrir mão dessas pessoas, muitas delas com especialização no exterior? Você vai jogar fora esse conhecimento? Isso seria uma loucura, abdicar dessa possibilidade de transmissão do conhecimento.

Os postos de saúde terão prioridade numa gestão Weslian - Frejat ?

No nosso governo chegou a um ponto, quando regionalizamos a saúde que na média os grupos de 25 a 30 mil pessoas contavam com um centro de saúde, o que é importante para permitir que as pessoas tenham atendimento perto de suas casas. Para a distribuição de remédios vou fazer policlínicas. Está se falando atualmente muito em Upas (Unidades de Pronto Atendimento). A UPA, se não for colocada com unificação com o cento de saúde e com o hospital, vai ser a mesma coisa que o Samdu (Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência ), onde você não atende, mas despacha o paciente. O meu projeto é que toda cidade satélite deve ter uma policlínica, equipada com um setor de emergência, com serviço de ortopedia, para que seja uma etapa intermediária entre o centro de saúde e o hospital.

A coligação Um Novo Caminho acusa o seu grupo político de ter dado fim ao programa de saúde da família.

Quem fez o programa saúde da família foi o Ministério da Saúde. Ele foi aprovado em 1997. Esse programa se deu através de contratação do Instituto Candango, que foi validada no último dia do governo do Cristóvam. Quando entramos, nos deparamos com o problema dos contratos que expiravam em fevereiro.

Então o senhor está dizendo que havia problemas de legalidade no programa?

Trouxeram médicos cubanos, que não podiam, legalmente, trabalhar. Isso era um problema, gerou conflito, era algo que funcionava quase como um sistema paralelo. O que fizemos foi contratar outro pessoal.

Até que ponto o senhor considera válida a política da saúde preventiva, que é o mote desse programa?

Mostra disso são os agentes comunitários de saúde que foram criados por mim. A decisão foi de ter dez em cada centro. Assim, chegamos a 400 agentes. O Ceará copiou a idéia e depois o Ministério da Saúde implantou. Enfim, eu restituí o nome que o Ministério da Saúde deu, que era saúde em casa.

A proposta que o ex-governador Joaquim Roriz vinha fazendo sobre a Cidade da Saúde teve alguma mudança ou o conceito está mantido com a entrada de Weslian na chapa?

Gente, qual é a importância se o nome vai ser universidade da saúde, ou outro? O objetivo é formar um núcleo que integre universidade com hospitais especializados. É como aquele ditado chinês, não importa se o gato é branco ou é pardo, o que importa é que ele pegue o rato. Veja que o Rio de Janeiro e São Paulo têm os mesmos problemas que os nossos na área da saúde. A diferença é que contam com ilhas de excelência. Nós também precisamos delas aqui.

Por que a saúde pública do Distrito Federal tem dificuldade de contar com um quadro ideal de profissionais da área médica?

Hoje o médico ganha por 20 horas R$ 3,6 mil e, por 40 horas, R$ 7 mil. Um funcionário da CEB ganha R$ 10 mil. Precisamos rever esse sistema. Temos que restabelecer o mínimo de decência salarial para evitar o indivíduo mudar de emprego em emprego, sem com isso deixar a alma dele em lugar nenhum.

Que outra mudança estrutural o senhor pretende fazer se for eleito?

Um grande equivoco é a terceirização. Você acha que qualquer instituição vai cuidar de um hospital sem ganhar dinheiro? E essa fila virtual é uma brincadeira! Eu sei que São Paulo fez uma terceirização. Essa é uma regra para precarizar o serviço de saúde pública. Como as pessoas do setor privado não podem bater de frente com o SUS, começaram a comer pelas beiradas. A idéia é disseminar que o que é publico não presta mesmo, para daí convencer que é melhor entregar tudo para o setor privado.

A Ponte JK é maldosamente apelidada de Ponte dos Remédios, porque supostamente, o dinheiro para construí-la foi extraído da Saúde, na época que o senhor era o secretário da pasta.

No nosso orçamento não havia a inclusão dessa ordem coisa nenhuma. Foi a Fazenda que incluiu esse valor de R$ 40 milhões no orçamento da Saúde. Quando tomamos conhecimento, mandei um ofício para alterar.

E quanto aos comentários sobre o senhor ter extinguido a Fundação Hospitalar?

Na época, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) fez a proposta de extinguir a fundação, medida a que eu era contrário. Hoje talvez eu possa até rever essa posição. O governo entendeu que havia um gasto muito grande por causa do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), já que as fundações tinham perdido o direito de receber esses valores, em 1988.

Retornando a uma questão mais geral da política e da campanha eleitoral, o que o senhor tem a dizer sobre a visão de que Roriz e a coligação Esperança Renovada têm postura populista?

Começo perguntando sobre quantas favelas tinha Brasília? Tinha umas 64. Se não fosse a atitude do Roriz de criar essas novas cidades hoje estaríamos passando por situações iguais à do Morro do Bumba, no Rio de Janeiro. Agora note o que o Roriz fez. Vá até Samambaia, Santa Maria, Paranoá: nesses lugares você vê tudo funcionando, tem comércio, rua asfaltada, escola, as pessoas progredindo nas suas vidas. Então o que eu vejo são dois pesos e duas medidas, porque as pessoas propõem que lá no Rio de Janeiro sejam tomadas medidas de reurbanização? E porque aqui criticam o que foi feito?

A seu ver, existe um preconceito contra Roriz?

O fato de o Roriz ser um fazendeiro do interior de Goiás impede que ele seja aceito pela elite, que é quem o critica. É esse o raciocínio. É essa gente que nunca ajudou Brasília e acha que tem o direito de falar mal. São pessoas que não comeram poeira vermelha no início da cidade, como eu comi, que nunca sentiram a dificuldade da falta de ônibus.

Um tema que está em evidência na disputa eleitoral é a descriminalização do aborto. Em princípio, na condição de médico, o senhor deve ter muito a dizer a respeito.

As minhas coisas são muito claras. Fui presidente da Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados. Estava lá por 17 anos o projeto de descriminalização do aborto. Decidi botar em votação. Foi rejeitado por 36 votos a zero. O resultado disso foi que dois deputados do PT, o Bassuma e o Henrique, foram expulsos do partido. Sou médico, acho que a legislação atual é pertinente. Por ela, o aborto é permitido em duas situações: em caso de estupro e em caso de risco de vida da mãe. Para mim não é correto que um feto seja considerado um desafeto.

Isso quer dizer que o senhor é contra a prática do aborto?

Porque na verdade, estão tentando fazer com que o aborto se torne um método de controle da natalidade, mas se esquecem que essa é uma prática cruenta. Se passa a vigorar, vira bagunça. Não se está levando em conta a realidade a que estarão sujeitos os hospitais públicos. Porque no meu entender, se aprovar a descriminalização vai acontecer de pessoas com pouco conhecimento, em lugar de usar preservativo, passar a ver o hospital como forma de controle da natalidade. Isso é um engodo.
 

sábado, 16 de outubro de 2010

Programa Eleitoral de Weslian Roriz dia 15 de outubro

Weslian Roriz assina o Termo de Compromisso com o Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto

O Movimento Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil Sem Aborto é uma organização de natureza suprapartidária e supra-religiosa que defende a preservação da vida desde sua concepção, atuando de forma estruturada para pautar ações e argumentos a partir de evidências e pesquisas no campo da genética, da embriologia, da bioética e da legislação vigente.

“Muitos dizem que defendem a legalização do aborto como uma forma de preservar a vida de mulheres que o praticam, pois estariam correndo risco de vida em clínicas clandestinas. Dizem tratar-se de um problema de saúde pública. Na realidade é mais que isso. Se temos 1,5 milhão de abortos, temos, no mínimo, 1,5 milhão de mortes”, afirma a Doutora Lenise Garcia, professora do Departamento de Biologia Celular da UnB e presidente do Movimento.

Professores, estudantes, advogados, líderes religiosos e comunitários, juristas e cientistas de renome, integram a organização, que mobilizou nas três marchas nacionais realizadas em Brasília cerca de 40 mil pessoas. Em todo o País, mais de 100 mil pessoas já participaram de eventos em prol da vida e contra o aborto. Para Jaime Lopes, vice-presidente do Movimento, esse expressivo número é reflexo do desejo dos brasileiros.

“Estamos alinhados com 90% da população, que é contra a legalização do aborto”, declara com base no resultado de uma pesquisa divulgada pelo IBOPE em meados de 2005 e ratificada por outra do Datafolha, de 2008, em que 68% dos entrevistados não querem a mudança da legislação vigente que criminaliza o aborto.

Essa postura contrária do brasileiro ao aborto vem aumentando a cada ano. Em 2006, 63% da população era contrária, passando a 65% em 2007 e atingindo 68% no ano passado. Outro parâmetro que confirma esta atitude é a crescente estruturação do Movimento Brasil Sem Aborto em todo o País, com a formação de mais dois comitês – em Pernambuco e Roraima – somando-se aos demais 13 distribuídos em todo o território nacional.


Anencefalia

O Movimento é contrário a liberação do aborto de anencéfalos, assunto que tramita desde 2004 no Supremo Tribunal Federal e cujo julgamento está previsto para este semestre, por entender que o direito à vida é o primeiro e mais fundamental de todos os direitos humanos. “Se for aprovado o aborto de anencéfalos no Brasil, os próximos poderão ser os com síndrome de down ou qualquer outro tipo de deficiência. Não podemos deixar abrir esta porta”, alerta Garcia.

www.brasilsemaborto.com.br

Enquanto Dilma nega ser a favor do aborto, governo Lula renova convênio com entidade pró-aborto.

Dando truque nos evangélicos: um dia depois do 1º turno, governo prorroga convênio com grupo que quer legalizar o aborto

Por Leandro Colon, no Estadão:
A postura da candidata Dilma Rousseff (PT) em prometer aos eleitores não mudar a lei do aborto contradiz a atuação do próprio governo que representa. O Ministério da Saúde publicou, em 4 de outubro, um dia depois do primeiro turno, a prorrogação de um convênio que estuda mudanças na sua legislação. O projeto, segundo o contrato publicado no Diário Oficial da União, chama-se “Estudo e Pesquisa - Despenalizar o Aborto no Brasil”.

Dilma divulgou ontem uma carta em que diz ser contra o aborto e promete não tomar “iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação” sobre o assunto. O objetivo dela é diminuir a resistência de grupos religiosos que pregam voto contra a petista, por ter defendido no passado a descriminalização do aborto.

Só que a promessa vai na contramão da atuação do Ministério da Saúde nos últimos anos e tem incomodado entidades que atuam em parceria com o governo. Esse recente convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.

Coordenador desse grupo de estudos em todo o País, o médico Thomaz Gollop lamenta a carta de Dilma e o rumo da discussão sobre o tema no segundo turno. “O enfoque está errado, inadequado, seja para qual for o candidato. O Brasil precisa se informar. Nas alturas dos acontecimentos, isso virou uma discussão de posicionamento radical”, diz. “Acho muito ruim que esse tema seja motivo de barganha. É completamente inadequado que o candidato diga o que vai ser feito.”

O projeto apoiado pelo governo trata, segundo extrato do Diário Oficial, de estudo para “despenalizar” o aborto, ou seja, não aplicar penas às mulheres que adotam essa prática, condenada por lei. Mas, segudo o coordenador, a idéia é ir mais longe e não fazer mais do aborto um crime.

(…)
Blog do Reinaldo Azevedo/ Revista Veja

A carta dos Desesperados: A ridícula e vexatória Mensagem de Dilma, brinca com a inteligência de todos os eleitores e faz alusão a uma Dilma que não existe.

A mensagem de Dilma é a carta do náufrago

Atormentados pela sensação de que estão prestes a perder a eleição, o poder, o emprego e a boa vida, os coordenadores da campanha de Dilma Rousseff perderam quaisquer vestígios de escrúpulos e fizeram a candidata perder de vez a vergonha. Divulgada nesta sexta-feira, a Mensagem da Dilma pede ajuda a um Deus a quem acabou de ser apresentada, renega um Programa Nacional de Direitos Humanos que reproduz fielmente o que sempre defendeu e promete que, se chegar à Presidência, fará o contrário do que pregava até a semana passada.

Confrontado com a prova do crime de estelionato, qualquer dirigente da oposição poderia retrucar com a frase seguinte: “Não podemos permitir que a mentira se converta em fonte de benefícios eleitorais para aqueles que não têm escrúpulos e manipulam a fé e a religião”. Pois é exatamente isso o que aparece no último parágrafo. Entre as obscenidades institucionalizadas pelo governo Lula figura a que transforma o culpado em inocente e lhe concede o direito de acusar as vítimas.

“Espero contar com vocês para deter a sórdida campanha contra mim orquestradas”, choraminga a signatária. “Sórdida campanha” é a coleção de vídeos que mostram Dilma como ela é. Ninguém orquestrou coisa nenhuma: a internet apenas tornou mais conhecidos alguns trechos da partitura da Ópera da Mentira.

A Mensagem da Dilma é a carta do náufrago enfiada na garrafa que flutua sobre ondas crescentemente perturbadoras. Não vai chegar à praia.

Coluna de Augusto Nunes na Veja

Com a provável vitória de José Serra (PSDB) e, caso Agnelo saia vencedor no DF, o governo do PT não conseguirá cumprir com suas promessas, baseadas sobretudo em programas do governo federal.

Propostas de Agnelo encontram maiores entraves

As propostas colocadas até o momento pelos candidatos podem encontrar sérios entraves, dependendo do resultado das eleições no segundo turno para presidente e devido a composição das casas legislativas. Quem pode encontrar problemas mais sérios é o candidato petista Agnelo Queiroz. Em seu plano de Governo, Agnelo prevê casas que serão vendidas a preços mais baixos que os de mercado (programa do governo federal), além disso, anunciou a construção de UPAs (programa do governo federal, inclusive com dinheiro já destinado para o DF desde o governo Arruda), bem como a implementação de escolas técnicas nas cidades do DF (idéia igualmente do governo federal).

O questionamento é o que acontece em caso de derrota nas urnas de Dilma Rousseff (PT)? Vale ressaltar que existe queda da petista nas últimas pesquisas para José Serra. Ambos se encontram praticamente em empate técnico. Nesse contexto, Agnelo terá condições de pôr em prática tudo que vem proclamando?

Weslian propõe a construção da Cidade da Saúde (um dos carros chefes do plano de governo), contratação de mais médicos, além das escolas técnicas (implantado pelo governo federal). Seu único e possível entrave seria no caso dos deputados federais e senadores eleitos pelo DF, que em caso de eleição de Weslian, podem prender dinheiro só por ela não ser do PT. O que caracterizaria um desserviço a população do DF por parte dos parlamentares. A partir dessa análise, o petista encontraria problemas mais sérios para governar o DF a partir das propostas apresentadas.

BLOG DO SOMBRA

Nova pesquisa: Pesquisa do Instituto Parlamento mostra crescimento de Weslian Roriz, leve queda de Agnelo e aproximação entre os dois candidatos.

Agnelo 45,86%; Weslian 40,26%

Candidata do PSC cresce nas pesquisas e se aproxima de Agnelo Queiroz (PT)

P esquisa estimulada di vulgada ontem pelo instituto Parlamento Papéis e Pesquisas de Mercado indica que a disputa em segundo turno entre os concorrentes ao governo do Distrito Federal será acirrada no dia 31 de outubro. Segundo o Instituto, o candidato petista Agnelo Queiroz possui 45,86% das intenções de voto, contra 40,26% de sua concorrente, Weslian Roriz (PSC) – dois pontos percentuais para o empate técnico.

No total, foram ouvidos 1.463 eleitores em todas as Regiões Administrativas do DF entre os dias 10 e 12 de outubro. Do número total de eleitores ouvidos, 589 afirmaram apoiar a candidata do PSC, e 671 declararam apoio ao candidato petista. Os votos brancos e nulos somaram 6,97% - 102 eleitores - e o número de indecisos chegou a 6,90% dos entrevistados – 100 pessoas.

A pesquisa foi registrada no TRE-DF sob número 37127/2010, possui intervalo de confiança de 96% e margem de erro de 2,8%.

Tribuna do Brasil

Carreata de Weslian e Roriz agita o Guará

A militância azul voltou a marcar presença nesta sexta-feira, no Guará, em mais uma grande carreata comandada pela candidata ao governo do Distrito Federal pela Coligação Esperança Renovada, Weslian Roriz (PSC 20). Acompanhada do vice Jofran Frejat, a candidata foi recebida com bandeiraço e queima de fogos.

Depois do sucesso do comício realizado ontem a noite, na Ceilândia, e da divulgação da pesquisa do Instituto Parlamento Papéis e Pesquisas de Mercado indicando um quase empate técnico na disputa pelo Buriti, a animação tomou conta do Guará. O comboio saiu do estacionamento do Cave e percorreu as principais ruas da cidade.

“Confiança na palavra amiga. Confiança que vem da mulher. Confiança na mãe de família. Weslian governando é o que a gente quer”. O refrão do principal jingle da campanha ecoou durante toda a carreata, fortalecendo a confiança dos militantes na vitória no segundo turno.

Durante todo o trajeto, o buzinaço, o tremular das bandeiras e as demonstrações de apoio comprovaram que a virada nas urnas deixou de ser um sonho e se transformou em realidade, animando ainda mais a militância azul e consolidando outro trecho do jingle que diz: “è de verdade, vou seguir meu coração. Essa é minha vontade, já encontrei a direção”.

A empolgação da militância e a receptividade da população contagiaram Dona Weslian Roriz que, indagada sobre o resultado da última pesquisa de intenções de voto, respondeu sem pestanejar: “Com a ajuda de Deus chegaremos lá. O povo que ama Brasília sabe o que é melhor para a sua cidade”.

A carreata de hoje também marcou o lançamento da nova música de campanha da candidata que quer resgatar a alegria dos habitantes da eterna Capital da Esperança. “No horizonte de Brasília, a esperança renasceu trazendo mais dignidade dentro do seu coração. Sou brasiliense sim. Quero mais renovação, como mais saúde, moradia, segurança e educação”, diz a letra da música, que termina com o refrão “Pra voltar a ser feliz, é o povo que diz. Vote 20, é Weslian Roriz”.

Nesta sábado (16), Dona Weslian volta a desfilar em carro aberto comandando mais uma carreata, desta vez pelas ruas de Brazlândia. A concentração está marcada para às 16 horas, na entrada da Vila São José.

http://weslian.com.br/noticias/ultimas/720-carreata-de-weslian-e-roriz-agita-o-guara

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Programa Eleitoral de Weslian Roriz dia 14 de outubro

Dona Weslian e Serra ganham comitê

A inauguração do primeiro comitê suprapartidário da candidata a governadora Weslian Roriz (PSC) e do candidato a presidência José Serra (PSDB), realizada na noite desta quinta-feira, na Ceilândia, marcou a volta de Joaquim Roriz aos compromissos públicos de campanha. Ao lado da esposa, ele participou do comício que reuniu a cúpula e os principias candidatos da coligação Esperança Renovada .

Animada com a presença do marido e das centenas de eleitores que a aguardavam na praça ao lado da administração regional da cidade, Dona Weslian subiu palanque ao som do jingle da campanha e fez um duro discurso contra os candidatos do PT à presidência da República e ao governo do Distrito Federal.

“Precisamos eleger pessoas responsáveis que conhecem o Brasil, que conhecem Brasília. Precisamos eleger o Serra, um homem sério e experiente, que já administrou o Estado de São Paulo e que já fez muito pelo Brasil como ministro da Saúde e não uma candidata sem força e sem luz própria”.

Dona Weslian criticou o fato dos candidatos petistas só visitarem as cidades em período eleitoral e destacou que não é a primeira vez que ela vem a Ceilândia. “Não sou uma pessoa desconhecida dentro do Distrito Federal, em 50 anos de Brasília já percorri todas as regiões e por várias vezes. Não preciso de período eleitoral para me aproximar do povo de Brasília”.

Segundo a candidata, os eleitores não podem pensar somente no dia de hoje, no agora. “Pensem no Brasil e na Brasília que vocês querem nos próximos quatro anos. Precisamos de governantes sérios, competentes e responsáveis, capazes de garantir boa segurança, boa educação, boa saúde e bom trabalho para todos.

E concluiu: “Acordem enquanto é tempo e votem em Weslian e Serra. Sou pequena no tamanho, mas podem estar certos que darei conta de Brasília”.

Joaquim Roriz: Vamos vencer essa guerra


Bastante emocionado, o ex-governador Joaquim Roriz enfatizou que a inauguração do comitê e o comício realizado hoje marcam o fortalecimento da campanha da Coligação Esperança Renovada depois da grande vitória nas urnas que levou a candidata Weslian Roriz para o segundo turno da eleição.

“Ninguém acreditava, mas ganhamos a primeira batalha e chegamos ao segundo turno com coerência, determinação e fé em Deus. Agora vamos vencer a guerra e podem ter certeza que vocês terão uma governadora digna e honrada”, afirmou.

O candidato a vice-governador, Jofran Frejat, garantiu que sob o comando de Weslian Roriz, uma equipe que já fez muito por Brasília continuará trabalhando com afinco para resgatar a saúde da cidade e garantir melhor qualidade de vida para toda a sua população. “E ao contrário de outros, não prometemos o que não podemos cumprir”, enfatizou.

Maria Abadia, que a convite de José serra assumiu a coordenação da campanha tucana do DF, enfatizou que a coligação não tem um Presidente da República como cabo eleitoral. “Nosso cabo eleitoral é o povo, são pessoas conscientes que votam em José Serra e em Weslian Roriz porque conhecem o compromisso dos dois candidatos com o bem estar da população”.

No mesmo tom, Alberto Fraga criticou o fato do candidato adversário ao governo do Distrito Federal ter vergonha de apresentar seu vice-governador nos eventos de campanha. “Ao contrário deles, temos um vice-governador que fala e que não se esconde, pois temos coerência, projetos, propostas e um plano de governo que defende a vida”.

O comício também contou com a presença do presidente regional do PSDB, Geraldo campos; da deputada federal eleita Jaqueline Roriz, dos distritais eleitos Liliane Roriz, Celina Leão e Washington Mesquita, do deputado Osório Adriano e do presidente da Juventude do PSDB, Gustavo Dias, entre outros.

Weslian: “Plano será cumprido à risca”

Entrevistada  há pouco pelo DFTV 2ª Edição, da TV Globo, D.  Weslian declarou que,  a despeito de não ter participado do planejamento do plano de governo preparado pela equipe do então candidato Joaquim Roriz, irá adotá-lo integralmente no seu governo. Indagada  se ela daria algum cargo ao marido no seu possível mandato, ela foi espontânea: “de jeito nenhum, mas vou ouvi-lo  e aconselhar-me com ele, aproveitando sua experiência e o fato de formarmos um casal que convive há 50 anos”.

 

O jornalista Antonio de Castro, apresentador do noticiário, na elaboração de uma pergunta, afirmou que o GDF emprega 89 mil funcionários, para concluir que a candidata, tendo tanta gente à disposição, não precisaria se apoiar na experiência do marido. Castro, no entanto, evidenciou que ele precisa de apoio. O GDF tem 184 mil servidores - o que mostra que a candidata está certa em confiar no funcionalismo do GDF para ajudá-la a governar.

A candidata  afirmou  que, embora não tenha nunca concorrido a qualquer cargo público, tem experiência política por ter acompanhado, por 50 anos, a carreira do marido, Joaquim Roriz.

Weslian Roriz admitiu que tanto seu marido como as filhas, Jaqueline e Liliane, sempre a aconselham, mas que ela não depende de ninguém. “Tenho minha própria opinião”.

A candidata do PSC explicou, ainda, que contará com o apoio de técnicos  especializados nos diversos setores da administração pública e com a escolha de bons secretários para as diversas áreas da administração do GDF.

Questionada sobre sua promessa de levar o metrô até Brazlândia, Weslian Roriz, reiterou que, “quando a gente quer, a gente faz”. E acrescentou que  levará os trilhos até Águas Lindas.

http://weslian.com.br/noticias/ultimas/714-weslian-plano-sera-cumprido-a-risca

Weslian Roriz desiste de debate

A candidata do PSC ao governo do Distrito Federal, Weslian Roriz, declinou, hoje, do convite da Rede Bandeirantes de Televisão para debate político programado para esta noite, alegando o “clima de insegurança jurídica, de mentiras e de uma sistemática campanha difamatória contra Joaquim Roriz e seu grupo político”, do qual ela diz participar com orgulho.

A candidata enfatizou que respeita e admira a Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão, pede a compreensão da direção  e de seus telespectadores e que está  "certa de que não faltarão futuras oportunidades  para poder falar diretamente com a família Bandeirantes de todo o nosso Brasil".

A íntegra da correspondência de Weslian Roriz ao diretor da Bandeirantes em Brasília:
Ilmo. Sr.
Flávio Lara Resende
Diretor da Sucursal da Rede Bandeirantes em Brasília


Brasília, 14 de outubro de 2010


Senhor Diretor,

Nos últimos anos acompanhei, como telespectadora, os históricos debates que marcaram as disputas eleitorais no Brasil e no Distrito Federal. A Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão é pioneira no Brasil na promoção de debates entre candidatos aos governos estaduais e distrital, bem como para a Presidência da República, a maioria deles com excelente nível de discussão de idéias.

No entanto, aqui em Brasília, a atual campanha eleitoral para o Governo do Distrito Federal se desenvolve num clima de insegurança jurídica, de mentiras e de uma sistemática campanha difamatória contra Joaquim Roriz e seu grupo político, do qual faço parte com orgulho.

Ao longo dos últimos meses vi a candidatura de Joaquim Roriz sangrar publicamente, submetida a uma interminável sucessão de adiamentos sobre uma decisão, que acabou não ocorrendo, nem mesmo pela maior Corte do País, o Supremo Tribunal Federal.

Diante deste quadro, decidi assumir a candidatura ao Governo do Distrito Federal. Os adversários políticos – temerosos de perder as eleições nas urnas – continuaram questionando a candidatura do grupo Joaquim Roriz, desta vez sem sucesso. Faltando menos de 24 horas para o começo da votação em 3 de outubro, o Tribunal Regional Eleitoral confirmou o meu nome como candidata ao Palácio do Buriti.

Abertas as urnas fui vitoriosa,  contrariando as pesquisas eleitorais, as análises de comentaristas de rádio e televisão, de colunistas, e de cientistas políticos, que não previam um segundo turno.

O povo reconheceu o meu esforço e as realizações de Joaquim Roriz em quatro governos em que a população mais humilde foi atendida em seu desejo de moradia, de um local digno e seguro para viver, de novas oportunidades de vida.

Levamos a disputa eleitoral para o segundo turno, com a certeza de que seremos vitoriosos! Estou nas ruas diariamente pedindo a confiança e o voto de cada brasiliense, de cada morador de nossas cidades. A recepção tem sido maravilhosa, acalorada, dando-me energias e forças para essa ferrenha disputa eleitoral.

A rapidez de todo esse processo político, as agressões gratuitas dos adversários e de parcela da imprensa, o reduzido tempo de preparo para um evento desse tipo, me impõem a declinar o honroso convite desta emissora para participar do debate nesta noite.

Espero contar com sua compreensão e de seus telespectadores para essa minha decisão. Respeito e admiro a Rede Bandeirantes de Rádio e Televisão e estou certa de que não faltarão futuras oportunidades  para poder falar diretamente com a família Bandeirantes de todo o nosso Brasil.


Atenciosamente,


Weslian Roriz



http://weslian.com.br/noticias/ultimas/713-weslian-roriz-desiste-de-debate

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Weslian Roriz ganha adesão de evangélicos

A comunidade evangélica apoiadora de Weslian Roriz (PSC) deve iniciar hoje uma grande mobilização a favor da candidatura rorizista. Uma frente contra o aborto e o casamento homossexual deve ser formada junto com a campanha da postulante ao GDF. Será uma ação que adesivará carros e pretende fortalecer a o coro a favor de Weslian.

Além disso, uma carta à população será apresentada com cerca de 20 proposições a favor da candidata da Coligação Esperança Renovada. A campanha pretende atingir eleitores evangélicos indecisos ou que, no primeiro turno, votaram no candidato adversário Agnelo Queiroz, que demonstra um discurso moderado a favor do aborto.

Segundo o pastor Chancerley Melo, coordenador do Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal (Copev-DF), a campanha da Frente Evangélica acompanha a orientação já firmada pela Igreja Católica de combater tanto as tentativas de descriminalização do aborto quanto a oficialização do casamento homossexual no Brasil.

Fonte: Da Redação

Programa Eleitoral de Weslian Roriz dia 13 de outubro