Cidade do Vaticano - Os padres têm o dever de emitir um julgamento moral, inclusive na política, quando assim exigem os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação da alma, declarou nesta quinta-feira (28/10) o Papa Bento XVI aos bispos brasileiros, três dias antes do segundo turno da eleição presidencial no país.
"Toda defesa dos direitos humanos nos planos político, econômico e social seria completamente falsa e ilusória se não levasse em consideração a defesa enérgica do direito à vida desde a concepção até a morte natural", disse Bento XVI.
O Sumo Pontífice recebeu no Vaticano bispos da região Nordeste do Brasil, o maior país católico do mundo, para a tradicional visita Ad Limina (que fazem regularmente para prestar contas de suas dioceses).
"Quando os projetos políticos contemplam abertamente ou de forma oculta a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático, que não é mais que realmente reconhecer e proteger a dignidade de qualquer pessoa humana, se trai em suas próprias raízes", completou.
"Na defesa da vida, não devemos temer a oposição e a impopularidade, rejeitando qualquer compromisso e ambiguidade que se ajustariam à mentalidade do mundo".
Durante a campanha eleitoral para a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a religião ganhou destaque no debate político por meio de católicos e evangélicos, contrários ao aborto e ao casamento gay.
Os bispos recomendaram o voto em candidatos comprometidos com o respeito incondicional da vida. O mais veemente, o bispo de Guarulhos, D. Luiz Gonzaga Bergonzini, divulgou um manifesto contra Dilma Rousseff, candidata de Lula, que foi chamada pelo religioso de "candidata da morte".
"Toda defesa dos direitos humanos nos planos político, econômico e social seria completamente falsa e ilusória se não levasse em consideração a defesa enérgica do direito à vida desde a concepção até a morte natural", disse Bento XVI.
O Sumo Pontífice recebeu no Vaticano bispos da região Nordeste do Brasil, o maior país católico do mundo, para a tradicional visita Ad Limina (que fazem regularmente para prestar contas de suas dioceses).
"Quando os projetos políticos contemplam abertamente ou de forma oculta a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático, que não é mais que realmente reconhecer e proteger a dignidade de qualquer pessoa humana, se trai em suas próprias raízes", completou.
"Na defesa da vida, não devemos temer a oposição e a impopularidade, rejeitando qualquer compromisso e ambiguidade que se ajustariam à mentalidade do mundo".
Durante a campanha eleitoral para a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a religião ganhou destaque no debate político por meio de católicos e evangélicos, contrários ao aborto e ao casamento gay.
Os bispos recomendaram o voto em candidatos comprometidos com o respeito incondicional da vida. O mais veemente, o bispo de Guarulhos, D. Luiz Gonzaga Bergonzini, divulgou um manifesto contra Dilma Rousseff, candidata de Lula, que foi chamada pelo religioso de "candidata da morte".
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